Oneshot - Blind


Oneshot - Blind
Sinopse: Cora já havia lhe ensinado que o amor é uma fraqueza, e que ela jamais deveria expor suas fraquezas ao mundo. Será que Regina era tão tola que nunca aprenderia? Será que precisaria ser descartada por Emma? Será que nunca entenderia que ninguém a amava tanto quanto a sua mãe, a única que nunca a deixaria ir, e nunca a machucaria?
Shipp: Cora/Regina 
Gênero: Angst, Drama, Songfic, Yuri
          Aviso: Incesto, Homossexualidade, Violência 
Disclaimer:Os personagens e a série não me pertencem, e sim à ABC e aos produtores da mesma, Eddi e Adam. 
Capa feita por mim. Songfic com a música "Blind" da banda Placebo.

N/A: Nos avisos, eu adicionei "incesto", mas é importante ressaltar que não há incesto propriamente dito na fic, não é uma história de amor entre a Cora e a Regina, mas sim uma história sobre o relacionamento tortuoso, difícil e complicado entre as duas, e o amor de Regina por Emma.
Fanfiction escrita para o concurso de fanfics do grupo "Fanfictions OUAT" no facebook.
Então é isso. Vou pegar o meu caminho, vou te deixar em paz, como sempre quis. Desejo-lhe sorte, e que ela cuide de você, como eu não pude fazer. Vou-me embora, pois já não aguento esses sorrisos de rosto colado e corações unidos. Está na minha hora, o trem está chegando. Obrigada pelas lembranças e as ilusões. Vou levando você dentro do peito, e um pouco da sua essência nessa caixinha, para de vez em quando a visitar. Não, eu não queria ir, mas não posso competir com isso. Não que você se importe se eu me vou ou não, mas... Adeus. Até qualquer dia. Até qualquer vida. Até qualquer acaso. 

Resenha - Tudo E Muito Mais


Resenha – Tudo E Muito Mais

Antes de entrar na resenha propriamente dita, tenho a necessidade de comentar sobre a capa do livro, já que foi uma das coisas que me chamou a atenção na hora de escolher um novo livro para levar. Uma moça loira, jovem, bonita e sensual. Esse livro promete! Bem, após a impressão inicial sobre a moça da capa, depois de várias e várias páginas lidas, descobri que há muito mais por detrás dessa imagem do que parece.

Um corpo escultural, o cabelo arrumado, maquiagem feita. Pronta para fazer qualquer homem cair aos seus pés! Mas o que nenhum deles percebe, é a expressão em seu rosto. Essa tristeza profunda e lindamente sensual, os olhos que transmitem dor, uma mágoa contida. O corpo usado e abusado, corações dilacerados, e a incrível habilidade das mulheres de se sacrificarem por amor. É sobre isso Tudo E Muito Mais, que o livro de Jacqueline Briskin fala. Esse livro conta a história de três mulheres: Marylin, Roy e Althea.

Resenha: Todos Nós Usamos Pijamas Listrados


Resenha: Todos Nós Usamos Pijamas Listrados
ps: resenha escrita há bastante tempo, e postada em outro blog, por isso a introdução possa parecer um pouco estranha para vocês.

          Declaro-me: Culpada! Eu sei, faz tempo que não venho aqui, mas o que posso fazer? Nem reclamo de falta de tempo, estando em Julho, mas onde está a inspiração quando mais precisamos dela? Bem, hoje venho falar sobre um livro que li há algumas semanas, e que realmente me tocou. O Menino Do Pijama Listrado, John Boyne. 


Essas cicatrizes invisíveis povoam meu corpo, e você não faz nem ideia. Viajei por tanto tempo, e passei por tantas guerras... Trago no peito o coração remendado, e as cicatrizes no meu corpo, que podem provar as histórias que estão registradas em meu diário pessoal. Se olhar em meus olhos, verá a dor de uma garota cansada de sofrer por amor. Mas você não vê. Você não me lê. Eu tenho toda uma história em minha cabeça sobre nós, mistura de ilusões, sonhos e vidas passadas. E você, o que tem? O silêncio. Uma nova vida da qual eu nunca fui parte. Sonhos e vontades e quereres que nunca saberei. Chego a pensar que estou louca, que inventei essas cicatrizes em meus braços, marcas de um amor fracassado que jamais poderia vingar. E você não me vê. Por quê? Diga-me, porque eu não posso esquecer essa história toda? Por que dói saber que você pensa que encontrou seu amor verdadeiro? Por que o seu sorriso me machuca? Por que é outra pessoa a lhe fazer feliz? Por quê? Por que você não me vê? Eu tentei quebrar os seus muros, mas no fim, você acabou me destruindo. 
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