Love Game: 3 - Agora É Para Valer


Capítulo 3 – Agora É Para Valer

            Na manhã de quarta-feira cheguei confiante na escola. Paola ia ter o que merecia, duvido que conseguisse se segurar. Entrei na sala dos professores colocando minhas coisas em meu armário, quando ouvi uma voz atrás de mim:

- Uau! Você se superou hoje hein? – me virei dando de cara com Helena.

- Gostou? – abri um enorme sorriso.

- Se eu não fosse casada... – passou a língua pelos lábios e continuou:

- Eu tenho pena daquela menina.

Cinco Loiras E Uma Sentença - 7


Capítulo 7 – A Sentença

Eu olhei apreensiva para a mulher de cabelos cacheados á minha frente. Parecia que eu ia ser encaminhada para a guilhotina, ou no mínimo, para a forca. Todas as atenções estavam voltadas para mim, então Marina olhou-me séria, e disse:

- Culpada! – e me deu um tapa na cara.

Isso mesmo! Um tapa! Fiquei tão surpresa que por um momento fiquei sem reação. Olhei-a de boca aberta e resmunguei:

- Hey! Sua louca, isso machuca!

- Isso é pouco para o que você merece. – ela disse olhando-me com desdém, enquanto as outras louras davam risadas.

Cinco Loiras E Uma Sentença - 6



Capítulo 6 – Marina

Então, continuando, a história da Marina foi completamente diferente das que eu vivi com as outras mulheres. Por quê? Bem, por que com a Marina havia algum sentimento. Eu fiquei com as outras mulheres tentando tapar um buraco que havia ficado em meu coração depois de Alessandra. Buscava outros braços, outros beijos, outras mulheres para aliviar a mágoa e a dor de não ter a pessoa que eu amava para mim.

Com o tempo, descobri isso da maneira mais difícil, e acabei ficando deprimida, não queria sair para lugar nenhum, até que em uma noite de sábado minhas amigas conseguiram me levar para um bar. Estávamos sentados nos divertindo, mas eu estava muito quieta, na minha, amuada, até que a Marina surgiu.

Love Game 2 - Diferente das Outras


Capítulo 2 – Diferente das Outras


          Acordei atrasada no dia seguinte. Havia dormido demais, mas isso não significava que eu iria toda descabelada para a escola. Demorei um tempo sim, colocando a roupa, arrumando os cabelos e me maquiando. Cheguei na escola e a maioria dos alunos já estavam em suas salas. Ao chegar perto da sala dos professores, eu a vi ali parada ao lado do bebedouro, olhando diretamente para mim. Sorri, eu tinha certeza que ela estava esperando eu entrar na sala para poder continuar olhando.

7 Dias Com Ela - Capítulo 4


Capítulo 4 – Educação Sentimental

            Andamos da casa dela até o supermercado, que ficava ali perto, para comprar algumas coisas para fazer o jantar. Eu tinha ligado para minha mãe e dito que iria passar queles dias na casa de Lisa, minha mãe não fizera nenhuma objeção quanto à isso, sabia que eramos amigas. Ela não sabia o quanto estávamos próximas, mas ainda assim, eu não me preocupava muito com aquilo. A paixão e a perfeição daqueles dias me deixaram cega.

            Pegamos um carrinho de compras e começamos a pegar os ingredientes da lista que ela tinha em mãos. Ela queria pegar suco, eu queria refrigerante. Ela pegando creme de leite, eu implorando para pegar uma lata de leite condensado. Resolveu pegar algumas frutas, eu pedi que comprasse banana e maça. Parecíamos um típico casal recém casado. O que me deixava feliz de experimentar aquela sensação nova.

Love Game: 1 - A Intocável



Capítulo 1 – A Intocável


          O sinal bateu a alguns minutos marcando o fim da aula, e eu não percebi. Se não fosse Gabriel me avisar eu teria ficado na sala, sentada em minha mesa, pensando. Não sabia o que estava acontecendo comigo, não era para ser assim! Levantei pegando meu material e fui até a sala dos professores. Vazia, ainda bem! Joguei-me no sofá e fiquei pensando em que ponto da minha vida eu tinha deixado de ser uma caçadora e tinha virado a caça. Em que momento eu tinha deixado aquela garota me vencer, me submeter á esses sentimentos que nunca me pertenceram. Quando foi que minhas brincadeiras tornaram-se verdadeiras?

Cinco Loiras E Uma Sentença - 5


Capítulo 5 – Alessandra.

Eu fiquei com muita raiva naquele momento, quis esganar ela de verdade! Será que ela só queria ver os outros infelizes? Não suportava a felicidade alheia? Só podia ser isso! Alessandra encarava-me com um sorriso triunfante no rosto.

- Sua... Sua... – eu tentava controlar minha raiva, sem muito sucesso.

Acabei levantando-me e teria avançado sobre ela, se não fosse Marina me segurar.

- Onde pensa que vai, Jéssica? – ela olhou-me levantando a sobrancelha. Ah não, dar uma de mandona naquele momento não!

- Se me der licença, vou matar essa desgraçada! – eu gritei, levantando-me de novo. Eu cuspia as palavras, cheias de ódio.

Feliz Páscoa



Ela chegou em casa cansada, tinha trabalhado o dia inteiro, não via a hora de tomar um bom banho e ficar sentada em frente à tevê comendo alguma coisa. Logo que entrou na sala, estranhou estar tudo quieto, então viu um papelzinho em cima da mesinha ao lado do sofá. Pegou-o e abriu-o:

“Mil acasos me levam a você, O sábado, o signo, o carnaval...
... Mil acasos me levam a você, No mundo concreto ou virtual.”

Ela levantou os olhos sorrindo. De repente, percebeu ao olhar para o chão, que havia pegadas de coelho pela casa, ela não podia acreditar. Voltou a ser criança, quando foi seguindo as marcas de patinhas até a cozinha, onde em cima do balcão havia outro papelzinho. Ela abriu-o:

Cinco Loiras E Uma Sentença - 4


Capítulo 4 – Fabiana

Um dia desses, minha amiga resolveu ir ao outro shopping da cidade, eu não estava muito á fim de ir, mas ela insistiu tanto que resolvi fazer logo a vontade dela. Priscila me buscou em casa e nós fomos ao shopping, andamos em umas lojas de bijuterias, sapatos, bolsas, e então, entramos numa loja de roupas famosa do shopping.

 Ela começou a olhar os celulares que tinha em um quiosque no meio da loja, cada lado do quiosque era de uma operadora. Eu parei ao lado dela e começamos a olhar os celulares, quando uma moça veio nos atender.

- Boa tarde, gostariam de ver um celular em especial? – meus olhos instintivamente prenderam-se naquela voz de anjo.

7 Dias Com Ela - Capítulo 3


Derretendo Satélites

         Eu estava vivendo um conto de fadas. Eu sabia que iria acabar em algum momento, mas não queria pensar naquilo. Já era o terceiro dia daquela aventura. Acordei tarde na casa dela, ainda era de manhã, mas já não dava mais tempo de ir para faculdade. Bem, ainda estava no começo do ano, não teria tanto problema em faltar um dia ou dois. Levantei-me, percebendo que dormira ali mesmo, no tapete do quarto.

            Andei pela casa e o cheiro me levou diretamente para a cozinha. Parei no batente da porta, e vi que ela fazia um café. Engraçado, ela fazia café pois sabia que eu adorava, mas tinha dois copos de leite em cima da mesa, mateiga, pães, torradas, queijo, suco... Bem, ela não vivia sozinha. Mas sua mãe estava viajando, e ela ficara com a casa por uma semana.

Comunicado

Hey pessoal, fico feliz que a contagem de visitas do blog esteja aumentando cada vez mais, ainda mais quando posto a história "Garota Jolie". Mas eu gostaria de pedir para os leitores que comentem nos posts! Eu não posto por causa dos comentários, e sim porque quero que as pessoas leiam as minhas histórias, mas seria legal se comentassem o que acham, se gostaram ou não, o que poderia ser melhorado, etc e tal. Eu ficaria mais satisfeita ainda. Obrigada por acessarem o site :D

Beijos, Laris.

Garota Jolie - 13


Pegamos algo leve para comer, um lanche e um refrigerante. Eu disse algo leve, e não saldável. Continuamos a conversar, eu adorava ouví-la falar, saber um pouco mais sobre sua vida.

- E você faz administração por que? – perguntei, interessada.

- Bem, na verdade esse meu trabalho aqui na loja é temporário. Faço administração porque já tenho uma empresa, de um amigo meu, em vista. Começarei com algo menor, mas depois, já tendo essa faculdade, posso galgar alguns cargos superiores.

- Nossa que bom! Então administração vai servir certinho para você.

- Com certeza. Por enquanto, estou focando meu futuro no trabalho. E você?

Cinco Loiras e Uma Sentença - 3


Capítulo 3 - Francine

Em um dia de verão fui com minha amiga até o shopping, na verdade eu não era muito fã de bijuterias, comprava às vezes, mas nem sempre, e entrei na loja só porque minha amiga insistiu muito.

Andei pelo lugar observando as coisas, algumas pulseiras, anéis e colares, até tinha gostado de alguns, quando olhei atrás do balcão, quase caí para trás: uma moça de seus vinte e cinco anos, cabelos louros e lisos, compridos, olhos castanhos e um sorriso lindo! Eu quase babei ali na hora, mas nada disse, aquele dia fiquei apenas observando e acabei descobrindo que o nome dela era Francine.

Depois disso, comecei a ir toda semana ao shopping para ver a “loira do shoppis” como eu comentava com uma amiga minha, a Marcela.

7 Dias Com Ela - Capítulo 2


Solos de Guitarra

         Na manhã seguinte parti para a minha faculdade. Mas quem disse que eu conseguia pensar em outra coisa? Estava suspirando pelos cantos. Ela era totalmente perfeita, e só de pensar que gostava um pouquinho de mim, já me deixava feliz. Quando o sinal tocou para o fim de aula, saí saltitante de dentro da sala. Na porta da faculdade me veio a surpresa: Ela me esperava ali, encostada em seu carro, um fusca vermelho.

- Vamos dar uma volta? – sugeriu, com um sorriso no rosto.

            Estava linda! Calça jeans, uma blusa azul que deixava o ombro esquerdo à mostra, uma sapatilha nos pés. Sorri, radiante, respondendo:

- Minha mãe disse para eu não sair com estranhos. – cheguei perto dela, olhos nos olhos.

- Eu não sou estranha. Você me conhece mais do que a mim mesma. Ou não. Ou quem sabe? – sorriu e eu não pensei duas vezes.

Garota Jolie - 12

          
          Tínhamos aula de sábado, por isso que eu a havia visto naquele dia de manhã. Coincidentemente ela também teve aula. Eu fiquei em casa, a tarde, sem saber o que fazer ou o que falar, estava super feliz! Parecia que tinha visto passarinho verde! Aliás, ela não era pássaro nem aqui nem na China, talvez um tigre, uma leoa, felina, feroz, cheia de sensualidade.

            Entrei no computador, como sempre faço, acho que esqueci de mencionar, mas não vivo sem a internet. Entrei no msn, como sempre também, e percebi que havia uma pessoa querendo me adicionar. Sem prestar muita atenção, como não conhecia o e-mail, logo aceitei e fui fazer minhas coisas nas redes sociais. De repente, subiu uma janelinha e abriu uma outra janela, dizendo assim:

A Promessa


“... Eu sei que você não pode ficar ao meu lado agora, entendo. Então, peço que entenda também que eu não posso ficar presa aqui. Por isso, estou indo embora. Vou seguir meus sonhos, tentar construir minha vida, tentar me achar. Mas eu te prometo uma coisa: eu vou voltar. Espere por mim, eu vou voltar.

Amo-te com todo o meu ser, para sempre.

Flávia.”

           
            Colocou a carta sobre a mesa. Tomou mais um gole da bebida que havia pedido, enquanto olhava para o papel à sua frente. Relia aquela carta pela milésima vez? Talvez... Já tinha perdido as contas. Fazia mais de dez anos que Flávia havia escrito aquela carta, e desde então, nunca voltara.

7 Dias Com Ela - Capítulo 1



Sorrisos e Xícaras



          Havia tantas coisas que eu admirava nela! Uma das coisas que eu mais gostava era quando ela tomava café. Aliás, chá, já que café lhe dava dor de cabeça. Sentada em cima das pernas, no chão da sala, com uma xícara grande e branca em suas mãos pequenas. Confortavelmente vestida, em jeans e uma camiseta larga, os cabelos loiros em desalinhos. Eu ficava ali, de frente para ela, e achava a coisa mais fofa do mundo quando ela levava a xícara aos lábios rosados e cheios. Só conseguia enxergar os olhos cor de chocolate contrastando com a brancura da xícara.

            Acho que eu ficava tanto tempo admirando-a, que um sorriso escapava dos seus lábios, e um leve “O que foi?” quebrava o silêncio instalado ali. Eu ria baixinho, respondendo:
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